Revelações

Parte – V

(Dia de Luz, Dia do Veterano de Guerra, 20 de Outubro de 2008)

 

1º Os Dez Casos

Por que caiu isto no caos? Não achas estranho? Tudo fará parte de um plano?

2º O regresso do Rei

Pode ser a tua salvação e a da tua descendência

 

3º O Fim do Sistema Económico actual - A Nova Ordem Mundial (Por Luis Padilla)

Quem é Luis Padilla?

Um plano que já vem de trás. Só tens que ser bom observador

Queres saber por que está a haver esta crise mundial?

Queres saber por que "eles" não te protegem nem ajudam?

Queres saber quem está a tentar controlar o mundo?

Querem criam uma crise grave para de seguida introduzirem uma moeda universal?

Querem destruir a tua religião para de seguida criarem uma universal com um Deus á sua maneira?

Querem destruir a classe média para de seguida criarem uma classe única mas pobre e subordinada apenas a "eles"?

Passarás a ser um humano escravo e marcado na pele para o imposto num sistema totalitário?

Queres pertencer a uma  rede mundial de escravatura de dependência total desse poder ?

 

 

Introdução

Portugal atravessa uma grave crise económica e financeira. Os Portugueses encontram-se confusos sobre o caminho a seguir. Já não acreditam em alguém. O sistema produtivo encerrou - dizem que pode ter sido propositado. A falência está instalada e começa nos que dizem que nos governam. O desemprego aumenta. O endividamento evolui. A fome alastra. E os mais culpados, para encobrirem os seus desastres, apelidam os mais visionários de pessimistas.


 

De escrita directa, com frases curtas mas cheias de sentido, os Combatentes por Portugal, tornam notório o seu trabalho a partir dos anos de 90, em mais de uma dúzia de jornais da região Norte. Contam-se cerca de 400 os artigos de opinião já publicados, estando alguns deles colocados neste site, na secção de "notícias".


 

Em ajuda a todos os Combatentes da Guerra do Ultramar, nos interesses do bem estar das famílias portuguesas e na defesa da Pátria de Portugal, os Combatentes por Portugal, conhecedores dos movimentos "subterrâneos" que por detrás, gerem e coordenam os bons ou maus propósitos dos que nos governam, decidiram hoje por opinião de grupo, dar a conhecer, o que julgam estar "á volta" da causa de ruína, da vida expectante do cidadão português, da família portuguesa e das famílias de todo o mundo.


 

Em Revelações5, iniciamos com a apresentação de 10 casos diferentes de acontecimentos ocorridos em Portugal nos últimos anos, através dos quais, podemos verificar se de facto os governos de Portugal tem cumprido com os deveres aos portugueses que os elegeram.


 

No sentido de dar a conhecer o pensamento de um número de homens que lhes está afecto e com visão sobre o futuro, transcreve-se no final desta página, a mensagem para a opinião de um homem de outro Continente, Luís Padilla, um advogado, escritor, investigador, cujo pensamento poderá estar muito próximo do que na actual realidade estará a acontecer por todo o mundo.

 


 

Como origens e sequências dos acontecimentos, reportamo-nos desde os anos 90, onde mostramos alguns exemplos, para chamadas de atenção das causas/efeitos/consequências a denunciar, que melhor nos farão entender, no final, a nossa mensagem na opinião de Luís Padilla


 

Factos

Causas/efeitos/consequências

 

Primeiro caso

Neste caso o Governo de Estado fez cair uma empresa saudável.

Nos anos 90, empresas geradoras de emprego, sem grandes dificuldades aparentes começam a encerrar. Havia motivos para algumas que se encontravam ultrapassadas ou bastante endividadas, mas houveram outras que as encerraram sem justificação. Nestas, por que as deixaram cair? Por que as fizeram cair? Mas a verdade é que foi por essa altura que se deu início á destruição de tecido empresarial do Vale de Ave. O que haveria por detrás desta vontade de encerrar? O tempo o dirá!


 

1º caso: Nos anos 90, um governante, hoje no topo do governo, convenceu a classe empresarial a uma corrida ao investimento na modernização das empresas na expectativa de apanhar o chamado comboio da globalização. Uma maioria acreditou, investiu e pouco tempo depois caiu, desiludida, sentindo-se enganada.


 

Tomamos para exemplo de entre muitos, um caso dos anos 90:

Uma empresa do Vale do Ave, dedicada a acabamentos têxteis (estamparia e bordados) acreditou e investiu forte. Quase três anos depois, encontrando-se a concluir a sua fase de compromisso de pagamento do bom investimento e sem qualquer falta a esse acordo, foi visitada por um funcionário das finanças com o intuito de cobrar entre mil e dois mil contos, que lhe era devido por atraso de pagamento, ou dificuldade momentânea de tesouraria.


 

A empresa teve um passado histórico brilhante. Naquele momento era sólida. Não tinha dívidas a bancos, a fornecedores, nem a trabalhadores - era conhecida por honrar compromissos e pagar pontualmente. Não trabalhou com letras, não tinha cheques ou contas a negativos. Os seus empregados gozavam de prestígio e recebiam uma "estima" na época de Natal. A relação trabalhador/patrão era boa. A qualidade do seu trabalho produzido era conhecida nas "marcas" internacionais, por excelente.


 

O funcionário fiscal, perdeu a cabeça, avançou com frieza e penhorou a totalidade do parque de máquinas e viaturas da empresa e não se contentando exigiu da entidade da Junta de Freguesia da residência da empresa, a obrigatoriedade da apreensão de uma viatura que julgou pertencer á mesma empresa, mas em lugar incerto.


 

Para um valor de dívida de mil a dois mil contos, foram aplicadas várias penhoras de cerca de 100 contos, em máquinas cujo valor de aquisição recente foram até aos 25 mil contos, cada. O valor total do parque de máquinas, á data, ascendia a mais de 300 mil contos e foi penhorado na totalidade, não chegando para cobrir o valor da dívida, entre os mil e dois mil contos.


 

Horas depois, o caso tornou-se conhecido no mercado do trabalho têxtil e a totalidade dos clientes recusaram a entrega de artigo para acabamento nessa empresa, por receio de apreensão de mercadoria. O responsável da empresa acusou o funcionário de falta de sensatez, irresponsabilidade, autoritarismo e de divulgar o acontecimento no exterior, conduzindo assim á sua paralisação por falta de artigo para acabar. Isto aconteceu em meados de 1993. Perante isto, a empresa desorientou, a partir daí deixou de trabalhar por falta de encomendas e caiu na ruína. Um grupo de pessoas anónimas escreveu uma carta de denúncia ás entidades competentes, relatando conhecimento de outros maus comportamentos desse funcionário e até a extorsão de dinheiro, por duas vezes a um velhinho, em troca de favor. A empresa caiu.


 

Este assunto foi denunciado e ficou tudo na mesma. Entre 30 e 50, foram os desempregados. A empresa e os empregados não foram indemnizados pelo Governo do Estado. Os filhos desta gente passaram a levar vida mais difícil. O seu insucesso escolar e o mercado de trabalho no futuro ficou determinado pela mediocridade. A anunciada solidariedade da Nova Ordem do Governo do Estado, aqui não funcionou - falhou! O funcionário voltou á sua secretária, talvez á espera de uma promoção, enquanto o futuro daqueles famílias envolvidas desmoronou.


 

Este é o caso de uma empresa de sucesso, que acreditou, mas que não estava na época certa, no país certo, com os homens do governo certos, para investir a confiar e que caiu nas teias ou nas mãos de um mau exactor ao serviço de um progresso exarcebante tão anunciado por muitos. E a questão coloca-se: - Por que agiu assim o exactor? Foi por vontade própria, ou ordens de trás? Mas até onde se estenderia o "atrás"? Seria até aos poderes dos que dizem que governam o Estado dos Portugueses? Senão, por que não foi repelido o funcionário? Por que teve ele protecção, quando esteve em causa a vida futura daquelas famílias Portuguesas? Ou será que naquela altura já se tinha dado ordem para abater o "futuro" de Portugal?


 

 

Segundo caso

Assaltos em série aos metais

2ºcaso: Neste caso assiste-se a um número de assaltos considerados em série, por todo o país, sem que o Governo do Estado os consiga impedir. Os assaltantes parecem conhecer uma "estranha" liberdade de acção, razão pela qual todos vemos que conseguiram os seus assaltos com impunidade absoluta. Que autorização " estranha" e da parte de quem, teriam estes bandos organizados que fizeram grandes assaltos, alguns á descarada, por todo o país? Por que não eram capturados? A quem vendiam o ferro ou o cobre roubado? Para onde seguia o metal depois de fundido? A quem estariam ligados?


 

Este caso aconteceu na Região do Vale do Ave. Freguesia de Avidos. Uma empresa entrou em falência e encerrou por dívidas. Neste caso o valor negativo ultrapassou o valor real do imóvel e do parque de máquinas. O imóvel e o recheio passaram para as mãos da Segurança Social. Todo o património e recheio foi entregue á responsabilidade da gestão da Segurança Social. Foram colocadas placas de "vende-se" nos muros do imóvel.


 

De um momento para o outro a respectivo imóvel foi assaltado constantemente, desaparecendo toda a estrutura metálica das janelas e cobertura. A pilhagem aumentou até ao desmembramento de outros corpos de suporte presos á camada de betão.

 Diz-se, que entraram camiões, por várias vezes, para carregarem os materiais desmembrados do edifício. O imóvel, antes uma fábrica bem construída, de um determinado valor, passou agora a um monte de lixo em pé, de valor mínimo.

E a questão coloca-se: Sendo a Segurança Social uma organização ao serviço do Estado português. Sendo o Estado português o Povo que o compõe. Não encontramos aqui qualquer intenção, da parte dela, na defesa dos interesses das pessoas que ela representa. Ou seja, os actos de furto e vandalismo tomaram proporções tais, que nos levam a indicar que quem nos representa, não vê com boas intenções ou preocupação a protecção daquilo para os quais foram nomeados. Por outro lado, vê-se que não houve esforço na guarda dos bens que lhes estão a ser confiados por nós. Ou ainda, não foram vistos esforços, por exemplo através do policiamento ou investigação, a exigir por quem tem o dever de mandar guardar. E duvidamos! - Haverá razão para desvalorizar o imóvel, podendo ele, depois ser vendido por um valor inferior ao justo? Neste caso quem ganha e quem perde? Ou então - Haverá interesse em deixar cair para melhor se governarem? Haverá interesse em desleixar para confundir? O que estará e quem estará, por detrás deste nevoeiro espesso, que tem percorrido o país?


 

 

Terceiro caso

Um armazém é assaltado, melhor dizendo, é completamente "descascado" de tudo que possa ser transformado em metal/dinheiro. Há denuncia para investigação. O processo cai em saco roto. Neste caso, por que se não deu continuidade ao processo, ou melhor, por que não se fez investigação ao assalto? Este foi um dos casos com visibilidade de acção, com pernas para andar, mas que ficou em saco roto.

3º caso: Vale do Ave, Mouquim. Um armazém foi assaltado por supostos "caçadores de ferro". O edifício foi esventrado, desde janelas portas, instalação eléctrica, corrimão em ferro, máquinas, betoneira, portões e outros. O proprietário disse terem sido desmantelados e furtados mais de 10 toneladas de materiais compostos pelo metal, ferro. Os rastos que podem conduzir ao estacionamento dos bens furtados foram indicados como visíveis e denunciados. Foi feita queixa. A ineficácia, incapacidade ou desinteresse em nos proteger, dos que nos governam é vista algum tempo depois pelo resultado nulo na investigação. E esta questão põe-se: Então 10 toneladas de material ferroso desmembrado são capazes de passar pelo buraco de uma fechadura? Conseguirão ser transportados dentro de uma pequena caixa de fósforos? Até houve um vizinho que viu um dos camiões carregados de material a sair do armazém e "comunicou"! O que se passou com este caso? Que forças estarão lá em cima que impedem a descoberta destes crimes?


 

 

Quarto caso

Neste caso, analisamos as simultâneas criações de empresas e os encerramento das mesmas. Se por um lado os governantes insistiam e incentivavam ao investimento com a criação de postos de trabalho, por outro lado via-se outra máquina que tratava do seu encerramento, ora iludindo-os com a criação de riqueza pela exportação de bens para a Europa, ora encerrando-as pelas dívidas criadas pelas suas incapacidade de escoamento das mesmos produtos acabados, que atrás eram incentivados por eles. "Não batia certo", como se dizia. Era um "drible" um bocado difícil de entender para alguns, que acabaram por caíram na "esparrela", terminando endividados e falidos, com a outra parte da "máquina", á porta exigindo e accionando. Na realidade via-se que: Se os governantes encerraram a esportação/escoamento dos produtos acabados pelos acordos da CEE, não víamos por que razão deveriam estar a entusiasmar a classe empresarial ao investimento, quando á partida era dos seus conhecimentos a incapacidade total dessas empresas. No final era fácil a justificação do encerramento a apontar: Incumprimento á banca, atrasos salariais, falta de pagamentos fiscais ou á Segurança Social ou até fraude fiscal - è claro, que perante a dificuldade de exportar e depois de determinado investimento realizado, qualquer empresário acabaria por cair no tapete. Mas o facto mais importante, é que "eles" sabiam! O "laço", foi preparado por "eles"!

 

4º caso: A partir dos anos 90, incentivou-se ao investimento empresarial. Vários empresários acreditaram e avançaram. Algum tempo depois, pela invasão dos produtos asiáticos, começou-se a tornar incapaz a exportação dos produtos fabricados, para os países da Europa da globalização. As empresas que antes acreditaram e investiram, vêem-se no momento com dificuldades para aguentarem as mesmas. Deu-se início á grande derrocada empresarial - Falências e despedimentos. No entanto a classe governante continuou a incentivar ao investimento, embora sem sucesso a curto e a longo prazo. Começou-se então a assistir ao encaminhar dos empresários, pelo poder político, para investimentos fora de Portugal. E a questão coloca-se: Por que incentivaram os empresários a investir quando os governantes sabiam que o destino péssimo para Portugal já tinha sido traçado, anteriormente por eles? Por que conduziram os investidores portugueses para fora de Portugal, deixando os portugueses entregues á má sorte? O que estará lá atrás, bem no fundo, escondido?


 

 

Quinto caso

Por que endividaram os Portugueses

5ºcaso: Conscientes das dificuldades que viriam para Portugal. Conscientes que pelo incentivo ao meio empresarial, já não eram capazes de enganar mais a economia. Conscientes da necessidade de uma outra alternativa ou escape para incentivar, pelo engano, outros portugueses a investirem, a fazer circular a economia, provocando desta maneira uma dilatação ás "vésperas" da grave crise. Conscientes que as dificuldades provocadas pela estagnação do sector económico que se adivinhava rápido, poderiam gerar o colapso da Nova Ordem, por eles anunciada. Os homens do poder e pela salvação do que acreditam, optaram então por conduzir os portugueses mais crédulos, os menos conhecedores, os menos instruídos, numa forma de regozijo a fontes de bem estar pelo prazer, originando assim o seu catastrófico endividamento total. Desta forma, através deste endividamento, pensaram os do Poder, fazer circular mais algum tempo, a economia que há muito se anunciava desastrosa. E a ganância dominou! Os que acreditaram perderam! E a questão coloca-se: Mas "eles" sabiam que isto tinha um fim! E que esse fim podia ser desastroso! Por que razão conduziram os portugueses ao endividamento total ?


 

 

Sexto caso

Por que os estão a conduzir á pobreza

6º caso: Com os sucessivos encerramentos de empresas no Vale do Ave, gerou-se um número infindável de desempregados. A vida tornou-se difícil para as famílias ligadas ao sector de crise. O mercado de trabalho desapareceu. Os filhos não conseguiram estabilização nos empregos e partiram rumo á Europa, que já é perdida. Para trás ficam os pais e a restante família, mais que endividada. Os que cá ficaram entram em dificuldades. A necessidade escondida evolui. E a fome começou a apertar. Atingiu-se os 2 milhões na pobreza - 10% da população portuguesa está na desgraça. Mas do lado dos que governam, a mensagem vem diferente - que o país está apenas "constipado"! E que a "factura" é para continuar a pagar! E a questão põe-se: Haverá intenção em continuar a afundar os portugueses? Haverá intenção em criar uma classe única e pobre, dependente? A ser verdade, estará a haver encaminhamento ao totalitarismo? Quem está ligado a ele e quem o controla em Portugal?


 

 

Sétimo caso

Por que retiraram a autoridade ás Forças Policiais

7º caso: Uma vaga de assaltos invadiu o país. Disparam-se armas por todo o lado. A insegurança apoderou-se dos portugueses. À Força Combatente chegam pedidos de ajuda, ao mesmo tempo que grupos de Combatentes já constituídos para defesa das populações, preparam-se para intervir e pedem opinião - São aconselhados a manter a calma e a aguardar até mais logo. As forças policiais são suficientes para conter esta agressividade, mas não o fazem por quê? - perguntam-nos. E a questão coloca-se: Sendo as forças policiais capazes de suster esta agressividade, facto que os Combatentes não põe qualquer dúvida, o que estará por detrás a desmotiva-los, a impedi-los de levar a bons efeitos as suas acções na segurança dos portugueses? Sendo as forças policiais dotadas ou preparadas para qualquer tipo de intervenção, quanto á segurança dos portugueses ou dos seus bens, por que não estão a ser dotadas de melhores equipamentos para se protegerem e assim melhor poderem actuar? Sendo as forças policiais um corpo especializado na protecção de defesa das famílias portuguesas, por que lhes estão constantemente a ser retirados factores de segurança ou protecção própria, autoridade de acção e direito de razão perante o crime? Haverá algum interesse instalado, para que através de uma instabilidade provocada na segurança da população, se proporcione uma melhor introdução ideológica? Se há, para que lado e para onde nos querem conduzir? Expliquem se é para melhor!


 

 

Oitavo caso

Por que humilharam e não ajudaram os Combatentes

8ºcaso: Em 20 de Outubro de 2002, Associações de Combatentes organizaram uma marcha de protesto em Lisboa, contra o que disseram ser, o esquecimento dos deveres de quem nos governa, para com os que um dia cumpriram o dever com a mesma Pátria, que neste momento eles governam.

A recepção foi o que se sabe! A humilhação - Não esqueceremos!

E a questão continua a colocar-se, primeiro pela afirmativa: Sim, é verdade, que os que nos governam já não tem o conceito de Pátria. Porque Pátria é o conjunto das famílias da população portuguesa. Porque o conjunto da população portuguesa constitui o Estado Português. E que o Estado Português é constituído pelas gentes de Portugal. E as gentes de Portugal são nada mais, nada menos, que o Povo de Portugal.


 

E depois pela negativa: Ora, pensemos! Governantes de Portugal, que não governam o Povo português, o que são e quem governarão eles? Ora, governantes de Portugal, que não zelam pelos interesses do Povo que os elege, por quem zelarão eles? Ora, governantes de Portugal, eleitos por Portugal, representantes de Portugal, mas que não defendem os de Portugal, o que serão então eles?

"Migueis de Vasconcelos!!", parece-nos ouvir vozes de trovão que nos chegam da rua....é, o Povo parece que não esqueceu!


 

 

Nono caso

Stress de Guerra continua por reconhecer

9º caso: Combatentes carregados de "stress de guerra", continuam por assistir. Combatentes a viverem em dificuldades continuam sem ajudas e a viverem miseravelmente.

(-Combatente Português de Terras de Basto)

Famílias de Combatentes destroçadas, porque governantes não receberam ordens para os ajudar, dos "lóbies" de pressão que os elegem.

(-Combatente Português de Terras de Basto)

Ou seja, os homens fortes que controlam os poderes dos que governam, dos que decidem quem sobe, não tem sido favorável ao auxílio dos Combatentes. Desta maneira e por este motivo, a protecção e auxílio aos homens das armas, ainda na retaguarda do Povo português, tem ficado nas gavetas. E desta não se põe questão - não merece comentário.


 

 

Décimo caso

Por que terminou a protecção aos Deficientes das Forças Armadas

10º caso: Aos Combatentes de Portugal, deficientes da Guerra do Ultramar, foram retirados benefícios de assistência médica. O Governo do Estado, deixou de reconhecer as condições dos inválidos da guerra. A partir de agora os Deficientes das Forças Armadas vêem cair as ajudas para a sua sustentabilidade.

E a questão colocou-se: E se um dia precisarem de militares para os defender, quem vai tomar atitude só por generosidade ou pela "moedinha"? Algum militar quererá correr o risco, de num caso de fatalidade, ver a sua protecção extinguir-se? Porque promete-se hoje, deixa-se de cumprir amanhã - o exemplo está lá!!

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Quando um dia nos apercebemos que nos estavam a empurrar para um abismo económico ficamos preocupados.


 

Quando um dia nos apercebemos que os portugueses, mais dia menos dia, iriam cair num embuste, decidimos envolver-nos.

 

Quando um dia nos apercebemos o quanto "eles" enganavam os que combateram ao nosso lado, era já muito tarde...


 

Quando um dia nos perguntaram por que "chamamos" pelo Rei dos Portugueses, ficamos apreensivos com o que havíamos de responder, era ainda muito cedo....


 

Quando hoje vemos, que todos estão a ver o engano que está a ser demonstrado, então... está na hora...de fazer revelações.


 

A complexidade pelo sucesso de fazer política, conduziu-nos aos sucessivos desastres, quer económicos, culturais, até mesmo religiosos. Todos os suportes estruturais faleceram. Os pilares da sociedade tombaram e com eles assistiu-se ao desmoronamento político e económico que tem vindo a cair em série. A ganância desenfreada no poder pelo voto, das organizações político partidárias, fê-los esquecer os valores de suporte de uma sociedade com regras.


 

E a falta á regra foi simples e explicável: Se para a construção de um pilar de sustentação são precisos três partes de areia para um de cimento, no caso indicado, para a mesma quantidade de cimento, foi utilizado pelas cabeças que gerem, um volume muito maior em partes de areia. Concluindo, o valor de cálculo da areia a determinar para uma boa gestão de argamassa, foi demasiado alto para a cabeça de alguns e o sustentáculo ruiu. Bom, o Povo já vem a dizer: - "isto foi muita areia para a cabeça deles". Eles lá tem a sua razão!


 

Quando um dia nos perguntaram porque "chamamos" pelo Rei dos Portugueses, ficamos apreensivos com a resposta dar, porque era cedo para entenderem o que nos motivou a sua procura. Os acontecimentos estavam longe de se darem. Seria difícil explicar-lhes o porquê.


 

Para nós, Combatentes por Portugal, possuidores desta antevisão, pelo estudo e dedicação á causa da salvação de Portugal, cedo se tornou necessário procurar uma alternativa de governação para o enganado Povo Português. Sabíamos o que ia acontecer. Havia que preparar a sua protecção com a devida antecedência.


 

Hoje, estamos descansados e preparados para o que de pior possa acontecer á sociedade Portuguesa. Se houver caos absoluto, temos Rei. Se houver tragédia, temos Rei. Se Portugal desmoronar, o nosso Povo estará seguro, porque temos Rei. Temos um governante com História, preparado para liderar Portugal. Assim, já podemos partir descansados, que a nossa gente ficará protegida. Desta maneira, a última missão destes Combatentes fieis ao seu Povo, em breve ficará concluída.

Ao optarmos por Dom Duarte, fizemo-lo por encontrarmos nele, como descendente, a representação de cidadania mais antiga deste país oitocentista de Portugueses. Um Rei com tradição.


 

Fizemo-lo porque encontramos em Dom Duarte, o homem líder, o homem simples, o homem democrata e o homem amigo que saberá ser digno da confiança dos mais antigos defensores deste Povo, que o escolherá para governar - os Combatentes de Portugal.


 

A nós competiu chamá-lo. A nós competiu apresentá-lo. A nós competiu garanti-lo. À nossa classe competirá guardá-lo sempre. Será o Rei do nosso Povo.


 

E em breve o Rei será aclamado no Norte. Em breve o Rei será aclamado por todo o Portugal. E Portugal renascerá, voltará a ser o espelho do mundo.


 

Portugal voltará a ser digno desta civilização, dos melhores antigos Combatentes que passaram pela terra, dos fiéis Combatentes aos ideais, dos avessos ás traições aos seus, que ao longo dos milénios aqui foram chegando, para repousar nos últimos anos depois de longos combates sem tréguas, travados em defesa de causas e conquistas por esse mundo bravo do antigamente.


 

De lutadores que nunca cederam perante a injustiça, de lutadores até á morte, de bravos Combatentes que escolheram este terreno para o descanso eterno, deixando a perpetuar nas montanhas e nos mares o seu sangue valioso através das gerações descendentes, que por aqui Portugal e em outras partes do mundo, ainda prontos, levantam o seu pulso forte, quando necessário, como a indicar - de Portugal, eu estou aqui!


 

È desses, dos do passado, que temos origem. È destes, dos do presente, que somos irmãos. E è a estes, que vamos deixando, que continuaremos a pertencer. E será por eles, pelos do amanhã, ou pelos antigos, pela sua força em nós entranhada, que a Pátria antiga renascerá mais forte, fazendo explosão no bom sentido, dando a conhecer ao mundo que esta "qualidade" não está extinta, nem mais adormecida, porque acordará. E o ronco dos Combatentes do antigamente, fará eco nas gargantas dos bravos de agora. As suas vontades aliadas ás forças que lhes chegarão do interior, serão demolidoras, na recuperação dos perdidos. Portugal vencerá. Assim o desejaremos.


 

O feito será tão estremecedor para o mundo que fará seguidores por toda a parte. Em todo o mundo os Combatentes de sangue, atentos, darão continuidade á recuperação dos valores de suporte do passado. E desta maneira será criada uma nova espiritualidade entre os homens bons, pela ajuda mútua, onde a coragem e a justiça se tornará valiosa, proporcionando para o futuro um novo tipo de governação apoiada por estes homens fortes e honestos, que serão fiéis até morrer aos novos lideres, que escolherão. Que Deus faça cumprir o que desejamos.

 

E o ronco dos Combatentes do antigamente, fará eco nas gargantas dos bravos de agora.     

Que Deus faça cumprir o que desejamos.

 

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A cada um, para além do alerta e o acesso a este conhecimento, deixaremos a livre interpretação do que encontrarão escrito no texto que colocamos abaixo.

 

 

3º O Fim do Sistema Económico actual - A Nova Ordem Mundial

Por: Luis Padilla

(En español)

(In spanish)

(O texto abaixo encontra-se traduzido do espanhol pelo sistema de tradução automática)


O início do acto final do jogo em que participa o mundo desde 1820, nos próximos meses irão testemunhar o começo do fim do seu sistema económico. A partir daí, o sistema irá evoluir para a sua total transformação em outra muito diferente para o sistema mercantilista entrou na segunda metade do século XVIII.

A crise de 1929 e da Grande Depressão significou uma mudança radical em relação ao passado e ao presente estrutura está em vias de desaparecer devido ao egoísmo humano de cada um sucesso, ea um plano concertado dos poucos que correm o mundo. Assim, o sistema atual está morrendo porque não é mais sustentável, na sua forma actual, a saída vai dar lugar a uma certa ideia de "previsão", que levará à «imposição» de políticas e medidas concretas que estamos entrando nova ordem economicamente.

Os acontecimentos dos últimos dias, deixando a imoralidade ea criminalidade despido do sistema financeiro, monetário e bancário imposta ao mundo ao longo de décadas por aqueles que promoveram a "globalização", o que permitiu que um pequeno grupo de pessoas que acumulam grande poder sobre mercados, empresas, indústrias, forças armadas e de nações inteiras, de uma forma irresponsável e criminoso. Este é um sistema global de poder iníquo e desenhado no centro da geopolítico e planejamento econômico privado ao serviço do poder estruturas da Nova Ordem Mundial como o Council on Foreign Relations (CFR fundado em 1919), a Comissão Trilateral (fundada em 1973), a Conferência Bilderberg (formado em 1954), O Clube de Roma (1968) e outros, como o Instituto Cato, o American Enterprise Institute (AEI) e do Projeto para um Novo Século Americano (PNAC).
 

Aqueles que se deslocam a Fio
O Council on Foreign Relations

 

O Council on Foreign Relations (CFR) é uma supostamente privado, mas um valor inestimável e extraordinária influência pública, que é visto como o foco central e de maior potência mundial e império. Ele foi, sem dúvida, um promotor de outras grandes instituições mundiais, como o Clube Bilderberg, a Comissão Trilateral e do Clube de Roma. Eles são parte de uma elite que controla a potência entre as prateleiras, os E.U. governo. Os seus membros são políticos, financiadores, acadêmicos, proprietários dos meios de comunicação mais influente na América, e presidentes de grandes empresas que usam sua influência para infiltrar a Nova Ordem Mundial em vida americano.

Em apoio a esta, Felix Frankfurter, da Justiça do Supremo Tribunal dos Estados Unidos entre 1939 e 1962 e por um membro do CFR, disse: "O verdadeiro governante, em Washington são invisíveis e exercer o poder nos bastidores." Existe também um depoimento do almirante Chester Ward, um membro do CFR por mais de 10 anos mais tarde informaram que o verdadeiro objectivo da instituição: "Dentro do ROC, há um muito menor, mas mais poderosa, composta por banqueiros internacionais de Wall Street e os seus principais jogadores. Destinatário do mundo querem o monopólio de assalto a banco a qualquer poder de cair sob o controle do governo mundial. Este núcleo do QCR é governada pelos irmãos Rockefeller. " Em outra ocasião, o Almirante Ward, reclamou ao Conselho acusando-a de ser uma "banda cujo principal objetivo é acabar com a soberania ea independência nacional dos Estados Unidos."



O grupo Bilderberg



Os promotores do CFR eo mundo perceberam que a maioria dos membros dirigentes eram americanos, britânicos tinham alguma secundariamente, de modo que necessitavam de outras instituições subordinadas ao ROC a partir de onde poderiam integrar as pessoas de outros países, não só como parceiros, mas na qualidade de membros ligados a projetos globais. Este projeto foi realizado através da criação de instrumentos e de outros grupos internacionais de olhar globalista e mundial, tais como o Bilderberg Group foi fundado em 1954.

O principal objectivo da Bilderbergs, bem como o CFR é o estabelecimento de um Governo Mundial. Estima-se que existem cerca de 200 homens influentes dos países membros da NATO que pertencem ao grupo de Bilderberg.

O objectivo último do Clube Bilderberg é o controle de absolutamente tudo no mundo, em todos os sentidos da palavra. Eles agem como se fossem Deus na terra. Entre seus planos, que institui incluídas:


Um único governo planetário com um único mercado global, com um exército e uma moeda regido por um Banco Mundial.

A Igreja universal que vai canalizar os desejos das pessoas para a Nova Ordem Mundial. Todas as outras religiões serão destruídas.

Alguns serviços internacionais que irão destruir as identidades nacionais através da sua subversão por dentro. Somente será permitida florescer valores universais.

O controle de toda a Humanidade por meio de manipulação psíquica. Na Nova Ordem Mundial, não haverá classe média, apenas governantes e agentes.

Sociedade pós-industrial de crescimento zero. Para obter este crescimento zero é necessário destruir os restos de prosperidade.

Também deverá incluir o despovoamento das grandes cidades, de acordo com a experiência realizada por Pol Pot no Camboja. Os planos genocidas de Pote foram concebidos nos Estados Unidos por uma das irmãs de Bilderberg, o Clube de Roma.

 

Uma crise artificial para manter as pessoas num perpétuo estado de desequilíbrio físico, mental e emocional.

Um controlo apertado sobre a educação com a finalidade de destruí-la. A juventude de hoje ignora completamente história, as liberdades individuais e do significado do conceito de liberdade.

A mais poderosa das Nações Unidas. A criação do imposto directo sobre o "cidadão global".

A expansão do NAFTA (Acordo Norte-Americano de Livre Comércio da América do Norte), como um prelúdio para uma União Americana semelhante à União Européia.

O Tribunal Internacional de Justiça com um único sistema.

Um estado de bem-estar socialista.

Samuel Berger, ex-conselheiro de segurança nacional de Bill Clinton, disse no Instituto Brookings de que "a globalização econômica, cultural, tecnológica e política, não é uma lição. É um facto que já está acontecendo. É uma realidade que vai avançar inexoravelmente, com ou sem a nossa aprovação. "



A Comissão Trilateral



A fundação do CFR mais recente é a Comissão Trilateral. Este nome, claro simbolismo maçônico, significa que o âmbito desta organização é triangular: América do Norte - Europa - Japão. Porém considerado por seus fundadores como uma entidade privada, a Comissão Trilateral pertence ao público. Foi criada em 1973. E mais uma vez o grande promotor da Comissão Trilateral é David Rockefeller, o grande ativista permanente da Nova Ordem Mundial. Sua figura mais representativa é Henry Kissinger.

A integração da Comissão Trilateral é muito mais amplo, uma vez que ao contrário de Bilderberg, são admitidos os membros do Extremo Oriente, particularmente no Japão.

Rockefeller que conceberam a idéia de moldar e criar a Comissão Trilateral veio a inspiração de um livro por um professor na Columbia Zbigniew Brzezinski, entitulado Entre Dois Idade, (Dois Eras), que salientou a necessidade de formar uma aliança entre as elites mais influentes da América (E.U.A. e Canadá), Europa Ocidental (incluindo a Rússia), e no Japão. O objectivo foi o estabelecimento da Nova Ordem Mundial sob os critérios do CFR.

O núcleo de sua tese concentrou-se nos princípios básicos: a necessidade de se avançar para um sistema mundial em que a URSS deverá ser integrado na Nova Ordem Mundial. A abolição da soberania nacional, que, por razões de uma nova ordem de paz e de progresso devem ser transferidos para instituições supranacionais executado por uma elite científica eo mundo financeiro. Brzezinski defende também o crepúsculo das ideologias e crenças religiosas tradicionais, com apenas os itens oferecidos pela tecnologia e eletroeletrônicos podem permitir que as sociedades humanas caminhem para o bem-estar e progresso, os dois principais pilares da Idade Tecnotrónica.



O Clube de Roma



O Clube de Roma (CDR), nasceu em abril de 1968 a mando de Aurélio Peccei, um proeminente membro do grupo de Bilderberg, o comité de direcção da empresa Fiat e do Conselho de Administração do Banco Chase Manhattan.

Entre os dogmas ideológicos para iluminar esta nova humanidade sustentado pelo Clube de Roma, contido, naturalmente, a necessidade de se implementar um Governo Mundial. Tem sido reiteradamente expressas pelos seus dirigentes, a partir da tarde Peccei Aurélio, que "um dos maiores obstáculos para o progresso humano é o conceito de soberania de cada nação" e confirmou que ele tem um dos chefes de Clube de Roma, Alexander King, dizendo que a "sociedade global requer um endereço exclusivo, um grande capitão para orientar a terra para um destino comum."



Alguns princípios básicos



Devido à enorme complexidade do processo que está a operar nestes momentos, a grande quantidade de informação que ocorre todos os dias, e a aparente dificuldade de prever os resultados, tanto global como México, continuou a manifestar alguns aspectos-chave e dos dados que vão ajudar de encaixar este puzzle, para vislumbrar a verdadeira face dessa tragédia, e que certamente faz parte do projeto da Nova Ordem Mudial (NOM), a plataforma de um novo governo cujo chefe será o Anticristo, quem vai tirar partido da crise global os inícios do que começaram e estão espalhadas em todos os níveis: político, social, clima, moral, religiosa, científica e natural.

A) O sistema financeiro (que é essencialmente o mundo virtual e irreal), foi projetado para operar em cada vez mais contrária aos interesses da economia (que é o mundo real do trabalho, produção e serviços). Nas últimas décadas, a Economia e Finanças estão se afastando um do outro, deixando de manter um saudável e equilibrada complementaridade, e cada vez mais antagônicas. Isto reflecte-se no actual sistema que se baseia no conceito de dívida, o que faz com que o Real encurraladas e Economia ser subordinados aos interesses e caprichos do Virtual Finanças.

B) Em termos de financiamento da economia, a doutrina liberal prevalecente deslocou-se cada vez mais para o Estado no seu papel inalienável de utilizar a moeda nacional como um instrumento de financiamento da economia. Significa que hoje se tornou dogma da Fazenda, o conceito de visão aberrante que o banco central deve manter-se "independente" do Estado, que é uma forma de assegurar que eles estão subordinados aos interesses da superestrutura Banco privado, em vez de o povo ea economia como um todo. No caso dos Estados Unidos é particularmente pernicioso, em que o seu banco central - o Banco da Reserva Federal (FED) - é simplesmente um privado em 97% da sua estrutura accionista. Superestructrura banco privado para conseguir controlar o banco central pode então impor uma forte desvalorização da economia que torna nunca tenha capital suficiente para satisfazer as necessidades da economia real. Desta forma, é que os bancos privados gerenciar a tornar-se uma das principais fontes de crédito em toda a economia, ativando os negócios altamente rentáveis de emprestar dinheiro a juros, muitas vezes a taxas usurarias.
 


Criação do Banco do Federal Reserve (FED)



Em 1907 Morgan levou a uma banca de suas demonstrações financeiras pânico em Nova York. Devido a esse mercado acionário pânico de 1907, o senador Nelson Aldrich foi eleito presidente da Comissão Monetário Nacional. Em sua função visitados e estudados os bancos centrais da Europa, onde foi agasajado esplendidamente; após seu retorno, em colaboração com Paul Warburg, uma das mais importantes reuniões secretas da história americana no final do ano 1910 na Ilha Jekyl na Geórgia , Que estabeleceu as bases para a criação deste Banco Central sob o nome de Banco da Reserva Federal. Os participantes foram nata da nata e os norte-americana International Banking: Benjamin Strong, representando Bankers Trust Company, anexa à órbita da Casa Morgan, Henry Davison, gerente sênior de igual J. P. Morgan, Frank VANDERLIP, presidente da National City Bank, o Rockefeller, Paul Warburg, diretor da Warburg Bancário; Charles D. Norton, presidente da JPMorgan; Abraão Piatt Andrew, Secretário Assistente do Tesouro. Warburg sugeriu lá em nome do Federal Reserve para evitar a etiqueta do Banco Central.

O Federal Reserve sistema foi criado com o aparente propósito de evitar as crises económicas relacionadas com o pânico financeiro anterior. No entanto, a realidade é bem diferente, porque o que causou a grande rachadura económico de 1929 foi precisamente o que o Fed corte abrupto fez com um súbito aumento das taxas de juro, que é o preço do dinheiro. O Banco Internacional de Nova Iorque restringiu o crédito ocorreu a queda da bolsa de valores e bancos mais baixos. Assim, a Grande Depressão não foi um acidente casual, mas um fato econômico bem-disposta. Assim, o sistema da Reserva Federal, em vigor desde então, que o Estado tenha concedido a um grupo bancário privado do poder de moedas e dinheiro, o direito exclusivo de emitir notas, o que quer que seja, o controle absoluto da moeda em circulação em todo o país. Uma vez que este sistema foi aprovado, os E.U. governo se limita a emissora estatal laços que são apoiadas pela Reserva Federal, que é gerido por bancos privados. Como resultado, o sistema bancário privado federal recebe anualmente milhares de milhões de dólares em juros que são pagos, é claro, pelo contribuinte americano.

Em conclusão, a criação de um sistema internacional de hegemonia financeira nas mãos de uns poucos indivíduos podem dominar a política do país e da economia mundial. Assim, uma vez que o sistema foi implementado, embora os governadores dos bancos centrais se reúnem regularmente, mas não são meros subordinados do Major Capital, que realmente dirigiu o Estabelecimento mundo financeiro.
 


Alguns dados específicos



É muito decepcionante para passar em revista alguns dos mais importantes marcos nos últimos meses, que levou à atual crise terminal do sistema financeiro global e que reflicta, com nomes específicos, o que estamos acima descrito:

Março 2008: Colapso do banco de investimento Bear Stearns, que foi adquirido pelo JP Morgan Chase através de uma linha de crédito no valor de US $ 30.000 milhões, emitido pelo Federal Reserve (FED)

Abril 2008: Colapso da Indymac Banco - Criação de um fundo de emergência de mais de $ 100,000 milhões para o FED, para estabilizar o sistema;

Agosto 2008: Nacionalização das duas maiores agências titulares de empréstimos hipotecários nos portfólios os E.U. - Fannie Mae ea Freddie Mac - pelo FED a um custo direto de R $ 200,000 bilhões, fazendo com que o Estado assuma uma carteira de títulos de dívida no valor de US $ 5,400,000 milhões;

15 de setembro de 2008 - Colapso da E.U. o quarto maior banco de investimento Lehman Brothers, que, no entanto, não foi poupada pelo FED com o argumento de que os seus efeitos foram realizadas. Colapso do banco de investimento Merrill Lynch, que foi resgatada pelo Bank of America, a um custo de R $ 50,000 milhões (extra-oficialmente fornecidas pela EDF e que o Bank of America não tem essa quantia para salvar Merrill)

17 de setembro de 2008: Colapso das maiores E.U. e segurador mundial, a American International Group (AIG), nacionalizada pelo FED em 80%, com um custo de US $ 85.000 milhões

19 de setembro de 2008: Henry Paulson (Secretário do Tesouro e ex-CEO da Goldman Sachs), Bernard Shalom Bernanke (presidente do FED), e Christopher Cox (presidente da Securities & Exchange Commission - a comissão de valores mobiliários os E.U.) apresenta ao Congresso um plano para o melhor do estilo modesto de "blindagem financeira" no valor de US $ 700.000 milhões adicionais para evitar quedas banco partir da próxima semana, o que poderia colapso todo o sistema bancário e financeiro em os E.U. e, por extensão, em toda parte. Confrontado com uma questão de Bernanke para um congressista de como ele chegou a esta gigantesca cifra de R $ 700.000 milhões, o governador do FED respondeu, dizendo que ela representa 5% (!) Das hipotecas que estão ruins, de acordo com ele. No entanto, analistas independentes estimam que este número é totalmente insuficiente, uma vez que a proporção de hipotecas que estejam ou se espera que sejam incobráveis - e, portanto, deveria ser passado em uma perda para os bancos - é muito maior: o fim dos 10, 15 ou 20 por cento, elevando o montante de blindagem números económicos inimagináveis. Não é por nada, na sua edição de 21 de setembro último domingo, o jornal normalmente conservador "The Daily Telegraph de Londres disse que existem possibilidades concretas de que os E.U. terminou declarando seu próprio estado em padrão em toda a sua dívida pública, hoje, ordem de US $ 13.500.000 milhões.

A grande mídia internacional e analistas insistem em que esses escudos vão pagar o "E.U. contribuinte", através de um aumento dos impostos, hoje e amanhã. Esta é apenas uma parte da verdade. A realidade é que estes só podem ser pagos com um laissez ainda maior das emissões descontroladas monetária pelo Federal Reserve Bank, o que irá acelerar a erosão do valor do dólar. Em outras palavras, o custo desta catástrofe vai pagar a totalidade do mundo que tem participações em dólares, não apenas os "E.U. contribuinte"

A Situação atual e os possíveis desfechos

A crise que estamos a ver é o sistema financeiro global baseado no individualismo econômico e de usura, não é a solução final seja através de mecanismos e medidas económicas e monetárias rígidas. Se os E.U. entidades estão limitados apenas a este nível, então é um grave colapso iminente.

Uma visão mais pragmática do poder global das estruturas e americanos, porém, a sugerir que os E.U. não vai permitir que isso aconteça. Para isso, vislumbrar a existência daquilo que poderíamos chamar três planos alternativos para resolver a crise, de acordo com cenários de aumento da gravidade e instabilidade:

Um plano Ficar com o pacote já aprovado pelo Congresso na última sexta-feira 3 Oct financeiro no valor de US $ 700,000 milhões de armadura, permitindo que o dinheiro é aplicado como uma linha de crédito de emergência para ajudar / salvar essas instituições bancárias a entrar em crise. Isto incluirá uma média bancos, em operações financeiras, como Poupança e Empréstimos Washington, com operações em bancos estrangeiros os E.U. (HSBC, Barclays, Deutsche Bank e outras), e especialmente os americanos megabancos continua de pé como Goldman Sachs, Morgan Stanley e Citigroup (aguardando ansiosamente por doce muito financiamento não entrar em colapso). A crise pode ser gerida, nas próximas semanas, principalmente através de medidas e mecanismos financeiros, e ao mesmo tempo que redefine as regras do jogo em Wall Street.

Plano B Se o acima não funcionar, há um colapso nos mercados internacionais e começa a ser violenta agitação social. Em seguida, E.U.A. (Tesouro e FED) disse manu militari uma emergência económica nacional e entra uma mudança de moeda para inverter a actual E.U. dólares irá apoiar na metálico dourado (ou com a introdução de um chip inviolável holograma ou transformá-la em uma espécie de "Global reserva de ouro" alto valor). Em seguida, com alguns poderosos detentores de dólares e títulos do Tesouro, vai ser tão claras negociação geopolítico e os interesses económicos: por exemplo., China, Japão, União Européia, e algumas instituições e empresas para que elas possam transformar as suas participações em dólares correntes para o novo de acordo com outras paridades monetárias.

 O plano C E.U. autoridades não conseguem superar a crise com a financeira, monetária e de condições económicas, o que resulta no aumento da violência e da insegurança política social para os Estados Unidos e seus aliados.

Isto irá forçar o assunto, no plano geopolítico, provavelmente no campo político, diplomático e militar, promovendo mais uma guerra generalizada situação que permite travar os recursos globais, aliviar os efeitos da crise, impor limitações às liberdades em estrita doméstica E.U. sob o pretexto de "grave crise nacional", intervir militarmente em várias partes do mundo, e mobilizar o país (e aliados) em seus recursos materiais e de suas motivações psicológicas para a "defesa" antes do "inimigo". Um dos efeitos desejados seria a re-equilíbrio da economia e das finanças e do veículo, através de uma re-guerra intensificou indústria. Este poderia ser um caso de um ataque unilateral contra o Irã sob o pretexto do seu plano nuclear, ou pior, alguns bem orquestrada veículos armadilhados em solo americano ou contra E.U. interesses ou seus aliados em outras partes do mundo, que irão desvaneça, o 11 Setembro de 2001. Será, então, falsamente atribuídos aos poderosos meios de comunicação social, em particular sobre o Irão eo mundo muçulmano, em geral, o que vai justificar uma série de ataques e invasões. Outra possibilidade é que esse ataque unilateral contra o Irã é feita pelo Estado de Israel após receber luz verde para começar, que em seguida transportado para o E.U.A. na consequente guerra. Rússia também irá seguramente envolvidos, que terão o efeito de dividir e enfraquecer a União Europeia, especialmente na volátil região da Europa Central. Essa guerra começou um fogo no Oriente Médio será desculpa suficiente para liberar totalmente as reservas de petróleo no Alasca, para justificar uma invasão dos campos de petróleo da Venezuela, e militarizar o Atlântico Sul nas áreas de reservas de petróleo Certamente, tudo isso também envolver a China e Índia e resolver uma situação de guerra mundial, agora difícil de prever.

Estamos, pois, na iminência de grandes definições a preparar o terreno para o que foi profetizado no Livro e lembrado para a Mãe do Senhor. Era o início da dor ... e muito mais.

Luis Eduardo Lopez Padilla

Oct. 7, 2008

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